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Anatel adia decisão sobre expansão da Starlink no Brasil: empresa quer operar mais 7,5 mil satélites

Pedido foi feito pela empresa do bilionário sul-africano em dezembro de 2023

Agência o Globo
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Publicado em 3 de abril de 2025 às 16h49.

Última atualização em 3 de abril de 2025 às 16h54.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) adiou nesta quinta-feira, 3 de abril, a análise do pedido de expansão de operação da Starlink. A empresa americana, que provê serviço de internet via satélite e pertence ao bilionário Elon Musk, quer aumentar em 7,5 mil o número de satélites em operação no Brasil.

O pedido entrou na pauta da reunião que acontecerá nesta quinta, mas o tema foi adiado por pelo menos 120 dias.

Como funciona a Starlink

A empresa que provê serviços de internet é um braço da SpaceX, companhia de exploração espacial do bilionário sul-africano, Elon Musk.

A Starlink usa satélites para oferecer serviços de acesso à internet focado em lugares de difícil acesso, como áreas rurais e alto-mar, por exemplo.

A companhia usa satélites de “não geostacionários”, que se movem a uma altitude mais baixa em comparação com os equipamentos “geostacionários”. Com o satélite mais próximo da Terra, o envio do sinal é mais rápido, o que faz com que a internet também seja mais veloz. O lançamento dos satélites é feito pela SpaceX.

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