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Minas estuda rodízio e adoção de sobretaxa por água

A situação mais dramática é no reservatório Serra Azul, que está com apenas 5% de sua capacidade e opera no volume morto


	Torneira: problema atinge todo o estado de MG, mas é mais grave na região metropolitana
 (Divulgação/Cesan)

Torneira: problema atinge todo o estado de MG, mas é mais grave na região metropolitana (Divulgação/Cesan)

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Da Redação

Publicado em 22 de janeiro de 2015 às 19h38.

Belo Horizonte - O governo de Minas trabalha com a possibilidade de adotar um racionamento de água, em no máximo quatro meses, caso a queda dos níveis dos reservatórios permaneça no ritmo atual.

Para evitar o problema, segundo a presidente da Companhia de Abastecimento de Minas (Copasa), Sinara Meireles, é necessário que o consumo no estado, que já foi conhecido como a caixa d’água do país, seja reduzido em 30% em todos os setores.

A empresa também já avalia a possibilidade de cobrança de multa para quem exceder determinado limite de consumo.

O problema atinge todo o estado, mas é mais grave na região metropolitana, onde 31 dos 34 municípios são abastecidos pelos Sistemas Paraopeba e Velhas.

Neste último, a vazão do Rio das Velhas, que tem média histórica de 80 metros cúbicos por segundo, apresenta no momento média de 10 metros cúbicos por segundo.

A situação mais dramática é no reservatório Serra Azul, que está com apenas 5% de sua capacidade e opera no volume morto.

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