Carreira

43% preferem trabalho flexível a aumento, diz pesquisa

De acordo com uma pesquisa da Unify, um terço das pessoas abandonaria o empregador atual se recebesse uma oferta com horários mais flexíveis


	Liberdade: um terço das pessoas trocaria de empregador se recebesse uma proposta mais flexível
 (Getty Images)

Liberdade: um terço das pessoas trocaria de empregador se recebesse uma proposta mais flexível (Getty Images)

Claudia Gasparini

Claudia Gasparini

Publicado em 3 de outubro de 2014 às 14h00.

São Paulo - Mais dinheiro ou mais tempo? Segundo um estudo divulgado pela Unify, 43% dos profissionais negariam um aumento de salário de 10%, se pudessem ter mais flexibilidade no trabalho.

Quando confrontados com a possibilidade de ganhar 20% a mais, 36% dos entrevistados ainda assim prefeririam dias e horários mais adaptáveis.

Veja a tabela a seguir:

Proposta de aumento % que prefere flexibilidade
10% 43%
15% 36%
20% 26%

Outra descoberta da pesquisa foi que um terço das pessoas trocaria de empregador se recebesse uma oferta de trabalho mais flexível do que a atual.

A preocupação com a qualidade de vida é a principal explicação por trás dos números. Entre as razões mais citadas estão a facilidade para lidar com responsabilidades familiares (43%) e a possibilidade de ter mais tempo livre (38%). Veja abaixo as justificativas mencionadas:

Motivo para desejar flexibilidade % de entrevistados que citaram o fator
Ajuda com responsabilidades familiares 43%
Mais tempo para aproveitar a vida 38%
Redução do tempo de deslocamento até o trabalho 32%
Menos distrações 29%
Alinhamento com horários mais produtivos 24%
Alinhamento com colegas com outros fusos horários 12%

A pesquisa ouviu mais de 800 profissionais de diversos países e áreas, como TI, finanças, marketing, vendas e operações.

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