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Anthropic traz movimento arriscado no auge da IA — veja como isso afeta usuários

Nova política inclui uso de chats de usuários para treinar IA e amplia armazenamento de dados de 30 dias para cinco anos

Anthropic: A empresa de tecnologia é a criadora do modelo de linguagem Claude, concorrente do ChatGPT (Smith Collection/Gado/Getty Images)

Anthropic: A empresa de tecnologia é a criadora do modelo de linguagem Claude, concorrente do ChatGPT (Smith Collection/Gado/Getty Images)

Publicado em 29 de agosto de 2025 às 17h11.

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A Anthropic, criadora do chatbot Claude, anunciou que começará a treinar seus modelos de inteligência artificial a partir das conversas de usuários e sessões de codificação. 

A política, que entra em vigor em setembro, também amplia o prazo de retenção de dados de 30 dias para cinco anos. As informações foram retiradas do Business Insider.

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Mudança na política de privacidade

De acordo com a empresa, a coleta será aplicada aos planos de consumo gratuito, profissional e máximo. Produtos voltados para governos, educação ou uso via API não serão incluídos.

Os usuários terão a opção de não participar, mas precisam desmarcar a caixa de consentimento em um pop-up exibido nos aplicativos da Anthropic. Caso optem por permitir, os chats e interações passam a ser utilizados para melhorar os modelos.

Por que a Anthropic decidiu mudar

A companhia argumenta que dados reais de conversas e sessões de programação ajudam a treinar modelos de forma mais eficiente.

“Quando um desenvolvedor depura código com o Claude ou alguém recebe ajuda para escrever um e-mail, essas interações fornecem sinais valiosos sobre o que funciona e o que não funciona”, afirmou a empresa.

Segundo a Anthropic, manter registros por cinco anos permitirá também treinar classificadores de segurança capazes de detectar padrões de uso indevido, como golpes, abuso e spam, fortalecendo o sistema contra ataques.

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Contexto de cibersegurança

O anúncio acontece apenas um dia depois de a empresa divulgar um relatório em que reconhece que criminosos cibernéticos exploraram o Claude Code em um “nível sem precedentes” para automatizar ataques, roubar credenciais e acessar redes. A prática foi apelidada pela própria companhia de “hacking de vibração”.

Com a nova política, a Anthropic afirma que poderá reforçar barreiras de proteção e monitorar com mais precisão o uso malicioso da ferramenta.

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