Carreira

Executiva diz que recém-formados precisam criar suas próprias oportunidades no mercado de trabalho

Bonnie Hammer afirma que só diploma não basta e que Geração Z deve ser mais proativa e estratégica

Faculdade EXAME abre processo seletivo para graduação com bolsa integral em Ciência de Dados e I.A (LaylaBird/iStockphoto)

Faculdade EXAME abre processo seletivo para graduação com bolsa integral em Ciência de Dados e I.A (LaylaBird/iStockphoto)

Publicado em 18 de agosto de 2025 às 10h56.

Bonnie Hammer, ex-vice-presidente da NBCUniversal, enviou um recado direto aos recém-formados: o mercado não vai bater à sua porta. 

Diante de um cenário cada vez mais competitivo e impactado pela inteligência artificial, a executiva afirma que é preciso “criar oportunidades” para conquistar espaço profissional. As informações foram retiradas da CNBC Make It.

Um mercado em transformação exige novas posturas

A taxa de desemprego entre recém-formados nos Estados Unidos chegou a 5,8% em março de 2025, enquanto entre todos os graduados universitários o número é menos da metade: 2,7%. 

Segundo Hammer, parte desse descompasso se deve ao choque entre expectativa e realidade. “A suposição deles é: ‘Me formei, tirei boas notas, agora terei um ótimo emprego’. E não é isso que está acontecendo”, afirma.

Na avaliação da executiva, os jovens da Geração Z foram condicionados a esperar recompensas automáticas, sem a exigência de esforço prático. Ela aponta para a cultura dos “troféus por participação” e das “notas por esforço”, que acabaram por criar um senso de garantia de sucesso desconectado do mundo real.

Networking e ação prática: o que realmente abre portas

A executiva compartilhou um exemplo real: o filho de um amigo, recém-formado, se candidatou a 200 vagas por meio da plataforma da universidade. Nenhum retorno. 

A chance surgiu quando foi convidado, de última hora, para um jantar com potenciais empregadores. Ele alugou um carro, dirigiu mais de 300 quilômetros, compareceu — e saiu de lá com uma entrevista marcada e foi contratado.

A lição, segundo Hammer, é clara: “Eles precisam aproveitar todas as oportunidades que surgem. E conversar com todo mundo. Mesmo que o emprego não tenha nada a ver com a carreira dos sonhos.”

Na prática, o que impulsiona a carreira é atitude estratégica

A fala de Hammer revela a importância de uma abordagem ativa e conectada com o mundo real. O mercado atual exige que o profissional combine formação com comportamento estratégico, ou seja:

  • Estar disponível
  • Buscar contatos
  • Aceitar desafios fora da zona de conforto
  • Transformar qualquer interação em oportunidade

A formação universitária continua sendo relevante, mas não basta. É preciso desenvolver habilidades práticas, construir networking, adaptar o currículo com inteligência e estar presente nos lugares certos, mesmo que isso signifique pegar a estrada por uma chance improvável.

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