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Liderança feminina é pauta em curso de uma das melhores faculdades do Brasil: 'Networking incrível'

Saint Paul, cinco vezes eleita uma das melhores escolas de negócios do mundo pelo Financial Times, ministra curso que forma lideranças femininas de todo o Brasil

Publicado em 26 de fevereiro de 2025 às 13h50.

Última atualização em 26 de fevereiro de 2025 às 13h50.

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Se a ascensão das mulheres a cargos de liderança ainda acontece em um ritmo lento, parte do problema pode estar no ambiente corporativo, que, em muitos casos, não favorece esse crescimento.

O Leadership Empowerment Program for Women (LEP-W), criado pela EXAME + Saint Paul, nasceu justamente para acelerar esse processo. Voltado para profissionais que já ocupam cargos de média gerência e buscam dar o próximo passo, o programa aposta na combinação de conhecimento técnico e conexões estratégicas como o caminho mais eficaz para impulsionar carreiras.

Mais do que um curso, o LEP-W se consolidou como um espaço onde mulheres podem compartilhar experiências e formar uma rede de apoio que se estende muito além da sala de aula. José Cláudio Securato, CEO da EXAME Educação e professor do programa, destaca que a iniciativa tem um objetivo claro:

“A grande dificuldade hoje é o tempo que levaria para equilibrarmos as condições entre homens e mulheres no mercado de trabalho. O LEP-W antecipa esse movimento ao preparar, desde já, uma nova geração de líderes.”

Conheça o Leadership Empowerment Program for Women da EXAME + Saint Paul e fortaleça sua rede.

Muito além da sala de aula

Criado a partir da experiência bem-sucedida de outros programas voltados para executivas, como o já consolidado ABP-W, o LEP-W diferencia-se por reunir mulheres que compartilham desafios similares, mas que atuam em setores e mercados distintos. Esse ambiente favorece um dos principais ativos do curso: o networking.

Ana Paola Leite Cesar, diretora do LEP-W, explica que esse é um dos fatores que tornam a experiência única:

“Não é só um curso. Criamos uma comunidade onde as mulheres se sentem à vontade para pedir ajuda, compartilhar desafios e buscar soluções juntas. No mundo corporativo, isso faz toda a diferença.”

A estrutura do programa combina disciplinas fundamentais, como liderança estratégica e negociação, com temas específicos, como equidade salarial, assédio no ambiente de trabalho e independência financeira feminina. Mas, para muitas alunas, o maior aprendizado está na troca de experiências.

Transformação na prática

Shirley Acioly, VP de People and Culture na Vitrio e aluna do LEP-W. Com uma trajetória consolidada na área de recursos humanos, ela encontrou no programa um espaço para expandir sua visão sobre liderança feminina.

“Passei muito tempo olhando apenas para a realidade da minha empresa. No LEP-W, tive a oportunidade de conversar com mulheres que enfrentam desafios parecidos, mas em contextos completamente diferentes. Essa troca de perspectivas me fez enxergar novas possibilidades para minha carreira.”

O impacto do networking também foi decisivo para Thais Oliveira, gerente de Talent Acquisition na ArcelorMittal.

Desde as primeiras aulas, percebi o valor dessas conexões. O programa cria um ambiente onde todas compartilham desafios semelhantes, mas têm formas distintas de resolvê-los. Isso gera um aprendizado prático que dificilmente encontramos em outros cursos.”

Um impulso para a liderança feminina

Mais do que capacitar, o LEP-W tem como missão transformar a forma como as mulheres encaram sua trajetória profissional e as oportunidades que têm à disposição. Ao apostar no aprendizado coletivo e na criação de redes estratégicas, o programa se posiciona como um catalisador para a presença feminina na alta liderança.

Para Ana Paola, o impacto vai além das participantes:

“Nosso objetivo não é apenas ensinar habilidades técnicas, mas garantir que essas mulheres saiam do programa mais seguras e preparadas para os desafios do mercado. Essa transformação individual gera um efeito em cadeia dentro das empresas e do próprio mercado corporativo.”

Se o futuro da liderança feminina passa por criar ambientes mais acessíveis e menos excludentes, iniciativas como o LEP-W mostram que essa mudança já está em curso, e ela veio para ficar.

*Este conteúdo é apresentado por EXAME + Saint Paul

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