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‘Você deve eliminar os 10% com pior desempenho todos os anos’, afirma empresário

O ex-CEO da GE acreditava que demitir sistematicamente os piores funcionários era o segredo da alta performance. Mas será que essa lógica ainda vale nas empresas de hoje?

9º: Jack Welch (Getty Images)

9º: Jack Welch (Getty Images)

Da Redação
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Redação Exame

Publicado em 21 de agosto de 2025 às 14h46.

Jack Welch comandou a General Electric por 20 anos e foi considerado por muitos o executivo mais influente do século 20. Sob sua gestão, a GE se tornou a empresa mais valiosa do mundo, símbolo de eficiência e resultado.

Seu estilo direto, competitivo e centrado em performance virou referência global. Mas também trouxe controvérsias.

Em seu livro Winning, Welch defendeu a ideia de que todo líder deveria classificar seus funcionários em três grupos: os 20% de melhor desempenho, os 70% medianos e os 10% de pior desempenho.

Estes últimos deveriam ser desligados todos os anos, sem exceção. “Você deve eliminar os 10% com pior desempenho todos os anos”, escreveu.

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Para ele, manter gente que não entrega resultados é um desserviço à empresa e ao próprio profissional. Welch acreditava que ser transparente sobre desempenho era um ato de respeito. E que liderar exigia coragem para tomar decisões difíceis.

Mas essa visão ainda se sustenta hoje?

A resposta está longe de ser unânime. Muitos especialistas consideram esse modelo ultrapassado e até tóxico. Empresas que adotaram práticas semelhantes, como Microsoft e Yahoo, abandonaram o sistema depois de constatar prejuízos à cultura interna.

Para essas empresas, essa prática criava ambientes de medo, sabotava a colaboração e colocava colegas uns contra os outros.

Hoje, fala-se mais em desenvolvimento do que em corte. Em feedback constante, liderança empática, segurança psicológica e inteligência emocional.

A ideia de que o desempenho é responsabilidade só do indivíduo perdeu força. Fatores como liderança fraca, metas mal definidas e sobrecarga também influenciam os resultados de um colaborador.

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