De Tibaldi a Montblanc e Aurora, estas peças exclusivas são símbolos de luxo e colecionismo (Montblanc/Divulgação)
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Publicado em 31 de agosto de 2025 às 08h30.
Muito além de simples ferramentas de escrita, certas canetas tinteiro são criadas como verdadeiras peças de joalheria. Produzidas com pedras preciosas, metais nobres e design exclusivo, elas se tornam símbolos de status e alcançam preços milionários em coleções privadas e leilões internacionais. Confira o ranking das cinco canetas tinteiro mais valiosas do mundo.
Exclusiva e limitada a apenas uma peça por ano, a Aurora Diamante é produzida na Itália com corpo em platina e mais de 2.000 diamantes da De Beers, incluindo 1.919 apenas no barril — número que representa o ano de fundação da marca. A caneta possui ponta em ouro 18 quilates e já foi negociada por US$ 1 milhão, segundo informações do site Executive Pens Direct.
Criada em homenagem à relojoaria suíça, a Caran d’Ache 1010 Diamond Edition traz um design que lembra engrenagens e o interior de relógios de luxo. O modelo é feito em ouro branco 18 quilates e encrustado com mais de 850 diamantes em cortes brilhante, esmeralda e baguete. O nome faz referência ao horário “10:10”, tradicionalmente exibido em mostruários de relógios. O portal Goldspot destaca que o modelo traz uma ponta em ouro 18 quilates, reforçando a sofisticação do acabamento.
A Montblanc Boheme Royal tem corpo em ouro branco 18 quilates e acabamento com mais de 1.430 diamantes. O logotipo da marca, em formato de floco de neve, recebe 19 pedras adicionais. Outro diferencial é a ponta retrátil em ouro 18 quilates, e o corpo da peça está disponível em duas versões: inteiramente cravejado com diamantes brancos ou em um padrão que alterna brancos e negros. Conforme aponta o site Goldspot, trata-se de um dos modelos mais exclusivos já lançados pela Montblanc.
Inspirada no Taj Mahal, a Montblanc Taj Mahal Limited Edition teve apenas dez exemplares produzidos. São três variações de design — Black Myth, Insignia of Power e Tear of the Moon — adornadas com pedras preciosas como diamantes, safiras, malaquita e opala. O formato remete a adagas Mughal, em referência ao período histórico da construção do monumento. O site Best Startup Story ressalta ainda que o modelo “Black Myth” inclui uma opala que revela uma imagem oculta, detalhe que aumenta sua singularidade.
A caneta mais cara do mundo é a Fulgor Nocturnus, da Tibaldi, vendida durante um leilão beneficente em Xangai em 2020 por US$ 8 milhões. O modelo é único e foi projetado com base na proporção áurea, em que o corpo e a tampa seguem a medida considerada a “divina proporção”, segundo o site Executive Pens Direct. O instrumento é incrustado com 945 diamantes negros e 123 rubis, além de uma ponta em ouro 18 quilates. Nenhuma outra caneta já alcançou valor semelhante, o que a mantém isolada no topo do ranking.