Ciência

O maior gênio da história fazia caminhadas, tirava sonecas diárias e não usava meias

Com uma rotina equilibrada entre trabalho, lazer e descanso, Einstein valorizava o ócio como ferramenta essencial para a criatividade e produtividade

Einstein: a simplicidade que gerava genialidade, entre caminhadas, descanso e dedicação ao trabalho (Arguelles/Transcendental Graphics/Getty Images)

Einstein: a simplicidade que gerava genialidade, entre caminhadas, descanso e dedicação ao trabalho (Arguelles/Transcendental Graphics/Getty Images)

Da Redação
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Redação Exame

Publicado em 16 de julho de 2025 às 10h12.

Albert Einstein, um dos maiores gênios da história, possuía uma rotina simples e eficaz que favorecia sua criatividade. Sua vida em Princeton, onde lecionava na década de 1930, foi marcada por hábitos cotidianos que focavam no equilíbrio entre trabalho intenso e momentos de descanso.

Einstein acordava por volta das 9h, sem pressa, começando o dia com café e leitura de jornais. Curiosamente, ele não usava meias — uma de suas excentricidades. Às 10h30, dava uma caminhada de cerca de meia hora até o Instituto de Estudos Avançados, o que fazia parte de sua rotina diária e refletia sua preferência por hábitos simples e introspectivos.

Como era a rotina de Einstein?

No instituto, o trabalho de Einstein era focado e curto, cerca de duas horas diárias de pesquisa teórica, seguidas por um almoço em casa. Após o descanso de almoço, ele tirava uma soneca, um hábito que ele considerava essencial para manter a mente alerta e criativa.

A tarde era dedicada a responder cartas, receber visitas ou continuar seus estudos, mas sempre em um ambiente sem distrações. Ele costumava afirmar que seu “único instrumento era a cabeça”, enfatizando a importância de um espaço de trabalho simples, apenas com mesa, cadeira, papel e lápis.

Durante a noite, o físico continuava seus estudos ou respondia mais cartas. Seus jantares eram simples, com pratos como espaguete sendo frequentes. O descanso era um ponto-chave para Einstein, que priorizava um sono longo, cerca de 10 horas por noite, para garantir uma boa recuperação mental e física.

O segredo por trás dessa rotina simples e disciplinada estava no equilíbrio que Einstein buscava entre o trabalho intelectual e o tempo dedicado ao descanso e lazer. Ele acreditava que períodos de "não fazer nada" eram fundamentais para a criatividade, e que o ócio poderia gerar novas ideias.

Para Einstein, a chave para um trabalho produtivo estava no respeito ao ritmo pessoal e na liberdade para refletir e criar sem a pressão do tempo."Não esqueça que, além das oito horas de trabalho, cada dia tem oito horas para se divertir", dizia o cientista.

Além disso, tocar violino foi outro método usado por Einstein para lidar com bloqueios criativos. Esse momento de desconexão ajudava-o a relaxar e, muitas vezes, a encontrar soluções para problemas complexos. Ele considerava que a criatividade nascia de uma mente tranquila, capaz de se concentrar sem pressa ou excesso de obrigações.

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