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Ações da Coinbase têm pior trimestre desde a quebra da FTX após queda de 33%

Maior corretora de criptomoedas dos Estados Unidos registrou fortes perdas nos três primeiros meses de 2025

Cointelegraph
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Agência de notícias

Publicado em 2 de abril de 2025 às 14h03.

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A Coinbase, a maior corretora de criptomoedas dos Estados Unidos, teve seu pior trimestre desde o colapso da exchange FTX em 2022. As ações da empresa começaram 2025 sendo negociadas a pouco mais de US$ 257 em 2 de janeiro, mas terminaram o trimestre a pouco mais de US$ 172 em 31 de março, uma queda de 33%.

Com isso, os primeiros três meses de 2025 foram os piores para a corretora desde novembro de 2022. No quarto trimestre daquele ano, o preço das suas ações caiu de quase US$ 66 em 3 de outubro para US$ 35,4 em 30 de dezembro, uma perda de 46,4%.

Apesar da queda, a Coinbase mantém uma posição relevante e consolidada no mercado de criptomoedas. A exchange se tornou a custodiante da maioria dos ETFs de cripto dos Estados Unidos e tem registrado um crescimento expressivo do Base, seu blockchain próprio.

A Coinbase deve divulgar seus resultados financeiros de 2025 no início de maio. A carta recente aos acionistas da empresa mostra que ela gerou cerca de US$ 750 milhões em receitas de transações até 11 de fevereiro e espera receitas de assinatura entre US$ 685 milhões e US$ 765 milhões.

Embora a Coinbase ainda não tenha divulgado seus lucros do primeiro trimestre, a análise da MarketBeat estima que eles estejam em torno de US$ 1,87 bilhão. O movimento de queda nas ações da companhia também não foi uma exclusividade da exchange.

A maioria das empresas de cripto negociadas nas bolsas dos Estados Unidos tiveram quedas semelhantes no primeiro trimestre de 2025. A empresa de mineração de cripto Marathon Digital Holdings começou o primeiro trimestre a quase US$ 17,5 e o fechou a US$ 11, uma perda de mais de 37%.

A empresa de mineração de cripto Riot Platforms abriu o primeiro trimestre de 2025 a pouco menos de US$ 10,5 e fechou a US$ 7,12, uma perda de mais de 32%. A Bitfarms, uma empresa de infraestrutura energética e mineração de cripto, começou o ano a US$ 1,56 e fechou a US$ 0,7882, perdendo quase metade do seu valor.

Outra mineradora de cripto, a Hut 8, começou o ano a US$ 21,1 e terminou o trimestre a US$ 11,62, resultando em uma perda de quase 45%. A empresa continua registrando quedas, apesar da sua recente parceria com um dos filhos do presidente dos EUA, Donald Trump, para lançar o American Bitcoin, visando construir a maior operação de mineração de bitcoin do mundo.

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