Manter um investimento por mais de 720 dias reduz a alíquota do Imposto de Renda para 15%, aumentando a rentabilidade líquida (Seksan Mongkhonkhamsao/Getty Images)
Publicado em 25 de fevereiro de 2025 às 23h59.
Os investimentos em renda fixa são uma opção atrativa para quem busca segurança e previsibilidade, mas a tributação pode impactar os rendimentos. No Brasil, a maioria dos títulos de renda fixa, como CDBs, Tesouro Direto e fundos de investimento, está sujeita ao Imposto de Renda (IR) regressivo, ou seja, quanto mais tempo o dinheiro permanecer investido, menor será a alíquota cobrada sobre os rendimentos. Para quem deseja maximizar os ganhos, entender como esse imposto funciona e quais estratégias tributárias adotar é essencial.
A tributação dos investimentos em renda fixa segue uma tabela regressiva de Imposto de Renda retido na fonte. Isso significa que a alíquota diminui conforme o tempo de aplicação, incentivando investimentos de longo prazo. Veja a tabela atual:
Imagine que você investiu R$ 50.000 em um CDB que rende 100% do CDI, com a taxa do CDI a 13,15% ao ano. Veja o impacto da tributação em diferentes prazos:
Para minimizar o impacto do imposto regressivo e potencializar seus ganhos, algumas estratégias são essenciais:
A tributação regressiva do Imposto de Renda em renda fixa incentiva investimentos de longo prazo, tornando fundamental um planejamento estratégico para evitar perdas desnecessárias com impostos. Para maximizar os ganhos, é importante escolher investimentos adequados ao seu tempo e, sempre que possível, optar por produtos isentos de IR.