Mercados

Ibovespa abre em baixa, puxada por queda da Petrobras

As ações da Petrobras marcam recuo de mais de 2% desde o início do pregão, entre as maiores quedas do índice


	Bovespa: por volta das 10h40, o Ibovespa recuava 0,21%, aos 52.153 pontos
 (Paulo Fridman/Bloomberg)

Bovespa: por volta das 10h40, o Ibovespa recuava 0,21%, aos 52.153 pontos (Paulo Fridman/Bloomberg)

DR

Da Redação

Publicado em 26 de novembro de 2013 às 10h44.

São Paulo - Com os mercados voláteis no exterior e uma série de pendências no âmbito interno, a Bolsa de Valores de São Paulo abriu a sessão em baixa, com perdas das ações de Petrobras e Vale.

Os índices futuros de Nova York oscilam ao redor da estabilidade, após o Dow Jones ter fechado em nível recorde na segunda-feira, 25, e à espera de uma bateria de dados econômicos dos Estados Unidos. Por volta das 10h40, o Ibovespa recuava 0,21%, aos 52.153 pontos.

As ações da Petrobras marcam recuo de mais de 2% desde o início do pregão, entre as maiores quedas do índice, após informações divulgadas nesta terça-feira, 26, pela imprensa reforçarem a percepção de que ainda não há um acordo entre a estatal e o governo para a regra de reajuste dos combustíveis. O Conselho da empresa se reúne nesta sexta-feira, 29.

Já os bancos inverteram a direção recente de queda e sobem, mesmo sob a pressão do julgamento pelo STF do reajuste das cadernetas de poupança decorrente dos planos econômicos, programado para ter início amanhã, mas que só deve ser concluído em 2014.

A Vale, por sua vez, tem até sexta-feira para decidir se adere ao parcelamento de débito com a Receita Federal referente à tributação de lucros de subsidiárias no exterior.

Acompanhe tudo sobre:B3bolsas-de-valoresIbovespaMercado financeiro

Mais de Mercados

Hackers desviam R$ 420 milhões em ataque a sistema Pix da Sinqia; HSBC é um dos afetados

Warren Buffett completa 95 anos e se prepara para uma merecida aposentadoria

O que esperar da possível entrada do Mercado Livre em farmácias

Na China, a nova ordem é produzir menos para preços subirem: entenda a política 'anti-involução'