Negócios

Balanço do BNDES destaca R$ 7,388 bi recebidos do Tesouro

Desse total, segundo balanço patrimonial do BNDES publicado nesta sexta, R$ 3,4 bilhões foram recebidos pelo BNDES e R$ 4 bilhões pela Finame


	BNDES: o documento destaca ainda que, como evento subsequente, em julho de 2016, foram pagos R$ 5,7 bilhões adicionais pelo Tesouro
 (REUTERS/Ricardo Moraes)

BNDES: o documento destaca ainda que, como evento subsequente, em julho de 2016, foram pagos R$ 5,7 bilhões adicionais pelo Tesouro (REUTERS/Ricardo Moraes)

DR

Da Redação

Publicado em 12 de agosto de 2016 às 11h29.

Brasília - O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) recebeu, no primeiro semestre deste ano, R$ 7,388 bilhões do Tesouro Nacional referente a equalizações relativas ao período de 2013 ao segundo semestre de 2015.

Desse total, segundo balanço patrimonial do BNDES publicado nesta sexta-feira, 12, no Diário Oficial da União, R$ 3,4 bilhões foram recebidos pelo BNDES e R$ 4 bilhões pela Finame.

O documento destaca ainda que, como evento subsequente, em julho de 2016, foram pagos R$ 5,7 bilhões adicionais pelo Tesouro, sendo R$ 1,8 bilhão para o BNDES e R$ 3,9 bilhões para a Finame.

No ano passado, esses recebimentos somaram R$ 30,6 bilhões, sendo R$ 8,6 bilhões pelo BNDES e R$ 22 bilhões pela Finame.

Prejuízo

Quanto ao resultado líquido do BNDES no primeiro semestre do ano, que foi um prejuízo de R$ 2,174 bilhões, em nota publicada no balanço, o comitê de auditoria destaca que esse resultado equivale a um retorno negativo de 0,23% do ativo total médio e também negativo de 5,43% do patrimônio líquido médio.

"Este resultado foi afetado, principalmente, por despesas com provisão para perdas em investimentos (impairment de R$ 3,3 bilhões, líquido de tributos) e com provisões para risco de crédito atípicas (R$ 4,4 bilhões), reflexo do cenário econômico brasileiro.A perspectiva é de que, até o final do exercício, esse resultado negativo seja revertido", diz na nota.

Acompanhe tudo sobre:Tesouro NacionalBNDESBalanços

Mais de Negócios

Venda da fatia da revista The Economist mobiliza ultrarricos

Como esta empresa de refeições corporativas dobrou receitas em 12 meses

Como uma marca de chocolate saiu do anonimato e passou a valer US$ 230 milhões

Começou sem capital e manteve a equipe intacta — hoje lidera uma gigante de US$ 17 bi