Time de liderança da Claro: Rodrigo Marques, CEO da Claro, Roberta Godoi, CEO da Unidade para Pequenas e Médias Empresas, José Félix, presidente, e José Formoso, CEO da Unidade de Grandes Empresas e Governo
Repórter
Publicado em 2 de abril de 2025 às 11h31.
Última atualização em 2 de abril de 2025 às 11h38.
Nesta quarta-feira, 2, a Embratel deixa de existir como marca e dá lugar à Claro Empresas. Buscando fortalecer a presença nos mercados B2B e B2G, a Claro adotou essa mudança para consolidar sua atuação em um único nome.
A transição marca o fim de quase 60 anos de existência da Embratel, que foi privatizada em 1998 e adquirida pela Claro em 2015. O novo nome reflete a missão da operadora de expandir e atender negócios de todos os portes, com soluções que vão além da conectividade tradicional, como cloud computing, segurança cibernética, Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial (IA) e data centers.
A Claro passará a operar com três frentes de negócios bem definidas: B2B, para grandes empresas e governo, liderado por José Formoso; B2B voltado para pequenas e médias empresas, sob a liderança de Roberta Godoi; e B2C, para o mercado de consumo.
Rodrigo Marques, que assumiu o cargo de CEO da Claro no início de 2025, é responsável por comandar as Unidades de Consumo e de Pequenas e Médias Empresas, além das outras vice-presidências operacionais da companhia.
A mudança é parte de uma estratégia de crescimento para atender aos diferentes segmentos. O portfólio da Claro Empresas inclui serviços como conectividade via fibra e 5G, soluções de omnicanalidade e automação de processos.