Negócios

Grupo Protege compra Seaviation

Com operação, receita anual da Proair, braço do setor aeroportuário da companhia, deve crescer 15% ao ano


	A Proair passa a ter uma presença significativa em importantes aeroportos, como o de Brasília e o de Porto Alegre, além de ampliar suas atividades nos aeroportos internacionais de Guarulhos (Cumbica) e do Rio de Janeiro (Galeão)
 (REUTERS/Sergio Moraes)

A Proair passa a ter uma presença significativa em importantes aeroportos, como o de Brasília e o de Porto Alegre, além de ampliar suas atividades nos aeroportos internacionais de Guarulhos (Cumbica) e do Rio de Janeiro (Galeão) (REUTERS/Sergio Moraes)

Daniela Barbosa

Daniela Barbosa

Publicado em 13 de maio de 2013 às 14h06.

São Paulo - O grupo Protege anunciou, nesta segunda-feira, a compra da Seaviation (SEA). A aquisição foi feita por meio da Proair - braço que atua no setor aeroportuário da companhia de segurança.  

De acordo com comunicado da companhia, a união de experiências e recursos entre SEA e Proair resultará em um atendimento mais completo. A Proair sempre teve como pilar de sustentação as atividades de proteção a aeronaves. Já a SEA desenvolveu grande experiência no carregamento e limpeza de aviões.

“A sinergia entre essas práticas vai proporcionar mais vantagens ainda aos serviços já prestados. Hoje, somos especialistas em todos os tipos de atendimento em terra para apoio a aeronaves, companhias aéreas, jatos executivos, atendimento de check-in e administração de salas VIPs”, afirmou Mário Baptista de Oliveira, diretor-geral do grupo Protege, em nota.

Antes da aquisição, a Proair atuava em 30 aeroportos nacionais, atendendo a 9.000 voos. A partir de agora, passa a atender mais de 20.000 voos nesses mesmos aeroportos.

Além disso, a companhia passa a ter uma presença significativa em importantes aeroportos, como o de Brasília e o de Porto Alegre, além de ampliar suas atividades nos aeroportos internacionais de Guarulhos (Cumbica) e do Rio de Janeiro (Galeão).

Acompanhe tudo sobre:Setor de transporteTransportesFusões e AquisiçõesAeroportos

Mais de Negócios

Ele começou no ferro-velho do pai. Hoje, oferece crédito sem taxas para PMEs

Venda da fatia da revista The Economist mobiliza ultrarricos

Como esta empresa de refeições corporativas dobrou receitas em 12 meses

Como uma marca de chocolate saiu do anonimato e passou a valer US$ 230 milhões