Negócios

Lucro da WEG soma R$ 265,4 milhões no 3º tri, alta de 2,6%

A receita líquida de vendas da empresa cresceu 23,9% no terceiro trimestre do ano, ante igual trimestre de 2014, totalizando R$ 2,546 bilhões


	WEG: as receita líquida de vendas da empresa cresceu 23,9% no terceiro trimestre do ano, ante igual trimestre de 2014, totalizando R$ 2,546 bilhões
 (Germano Lüders/EXAME.com)

WEG: as receita líquida de vendas da empresa cresceu 23,9% no terceiro trimestre do ano, ante igual trimestre de 2014, totalizando R$ 2,546 bilhões (Germano Lüders/EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 28 de outubro de 2015 às 08h08.

São Paulo - A WEG encerrou o terceiro trimestre de 2015 com lucro líquido de R$ 265,409 milhões, o que representa um avanço de 2,6% em relação ao registrado no mesmo período do ano passado.

O Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou R$ 395,093 milhões entre julho e setembro, com evolução de 12,7% em relação ao registrado um ano antes.

A receita líquida de vendas da empresa cresceu 23,9% no terceiro trimestre do ano, ante igual trimestre de 2014, totalizando R$ 2,546 bilhões.

O resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 28,7 milhões no terceiro trimestre, ante resultado positivo de R$ 41,6 milhões registrado no mesmo intervalo do ano passado.

Segundo a empresa, o resultado financeiro líquido negativo é, principalmente, decorrente da marcação a mercado de operações derivativas utilizadas para proteger o endividamento em moeda estrangeira. "Possuímos aproximadamente US$ 345 milhões em swaps de cambio para CDI e estes instrumentos são precificados utilizando a variação cambial, a taxa de juros DI e o cupom cambial", informa.

A empresa destaca que com o rebaixamento do rating soberano brasileiro, houve forte aumento do cupom cambial, o que afetou negativamente o valor de mercado desses swaps e impediu que a variação cambial dos empréstimos em dólar fosse completamente protegida.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasWEGMáquinas e peçasLucroEquipamentos e peçasEbitda

Mais de Negócios

Venda da fatia da revista The Economist mobiliza ultrarricos

Como esta empresa de refeições corporativas dobrou receitas em 12 meses

Como uma marca de chocolate saiu do anonimato e passou a valer US$ 230 milhões

Começou sem capital e manteve a equipe intacta — hoje lidera uma gigante de US$ 17 bi