Negócios

Petrobras planeja rara emissão de bônus em dólares, diz IFR

O Deutsche Bank e o JP Morgan são os coordenadores da transação.


	A companhia fez estimativa inicial de preço na faixa dos 8,85 por cento para a emissão de bônus denominada em dólares
 (Paulo Whitaker/Reuters)

A companhia fez estimativa inicial de preço na faixa dos 8,85 por cento para a emissão de bônus denominada em dólares (Paulo Whitaker/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 1 de junho de 2015 às 14h11.

RIO DE JANEIRO - A Petrobras planeja uma rara emissão de bônus de 100 anos nesta segunda-feira, a primeira investida da companhia no mercado internacional de capitais desde o estouro da Operação Lava Jato, informou o IFR, serviço da Thomson Reuters.

A companhia fez estimativa inicial de preço na faixa dos 8,85 por cento para a emissão de bônus denominada em dólares, registrada na Securities and Exchange Commission dos Estados Unidos. A expectativa é que a transação seja precificada nesta segunda-feira, com um grande desconto na faixa de 80 dólares.

O Deutsche Bank e o JP Morgan são os coordenadores da transação.

"A ideia é fazer um movimento ousado", afirmou um banqueiro. "Fazer algo que só tem sido feito por um seleto grupo mostra força." O México foi o único nos últimos anos, fora da América Latina, que tentou uma emissão de 100 anos. O negócio é a primeira emissão de bônus em dólares da companhia desde março de 2014, segundo dados do IFR, quando ela fez uma emissão em seis tranches de 8,5 bilhões de dólares.

Os spreads dos títulos da Petrobras aumentaram ligeiramente após o novo anúncio da emissão.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasEmpresas brasileirasEstatais brasileirasEmpresas estataisPetrobrasCapitalização da PetrobrasPetróleoGás e combustíveisIndústria do petróleoInvestimentos de empresas

Mais de Negócios

Ele começou no ferro-velho do pai. Hoje, oferece crédito sem taxas para PMEs

Venda da fatia da revista The Economist mobiliza ultrarricos

Como esta empresa de refeições corporativas dobrou receitas em 12 meses

Como uma marca de chocolate saiu do anonimato e passou a valer US$ 230 milhões