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Renault diz que não houve fraude na remuneração de Ghosn em 2017 e 2018

Montadora francesa disse que "conforme a petição inicial, a missão [de investigação] continuará com os exercícios anteriores"

Carlos Ghosn: investigação interna da Renault sobre remuneração de seu presidente chegou à conclusões (Getty/Getty Images)

Carlos Ghosn: investigação interna da Renault sobre remuneração de seu presidente chegou à conclusões (Getty/Getty Images)

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AFP

Publicado em 10 de janeiro de 2019 às 18h44.

A investigação interna da Renault sobre remuneração de seu presidente Carlos Ghosn chegou à conclusão de que não houve fraude em seus pagamentos nos anos de 2017 e 2018, informou o grupo nesta quinta-feira.

Contudo, a montadora francesa disse em comunicado que "conforme a petição inicial, a missão [de investigação] continuará com os exercícios anteriores".

A Renault explicou que os primeiros resultados da investigação interna foram apresentados aos gestores da companhia nesta quinta em uma "reunião de informação".

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