Negócios

Apresentado por GRUPO R1

Pico de vendas todos os meses? Veja o método de Ricardo Nunes para triplicar faturamento

Após transformar uma loja de 20 m² em negócio bilionário, fundador da Ricardo Eletro lança imersão para PMEs

Ricardo Nunes, fundador do Grupo R1: “Você quer construir algo grande? Tem que de amar pessoas. Não dá para ser empresário e não gostar de gente.” (Grupo R1/Divulgação)

Ricardo Nunes, fundador do Grupo R1: “Você quer construir algo grande? Tem que de amar pessoas. Não dá para ser empresário e não gostar de gente.” (Grupo R1/Divulgação)

EXAME Solutions
EXAME Solutions

EXAME Solutions

Publicado em 4 de abril de 2025 às 15h41.

Durante décadas, Ricardo Nunes foi sinônimo de varejo popular no Brasil ao comandar uma das maiores redes do setor. Mas quando vendeu a Ricardo Eletro e se viu longe da correria das lojas, ao invés de escolher o descanso, foi em busca de um novo propósito. Hoje, à frente do Grupo R1, ele transforma sua história – marcada por superação, disciplina e coragem – em um ecossistema de educação empresarial que já mudou o rumo de centenas de empreendedores no país.

Uma história de superação

A trajetória do empresário começou longe dos holofotes, nas ruas de Divinópolis (MG). Foi com o pai, falecido quando ele tinha apenas dez anos, que aprendeu as primeiras lições sobre o comércio. Com a perda, assumiu o compromisso de ajudar a mãe a criar os irmãos — e foi vendendo de porta em porta que começou a moldar seu espírito empreendedor. “Sempre entendi que vender era só parte do negócio. O verdadeiro desafio era construir gente, cultura e resultado ao mesmo tempo”, relembra.

Em apenas 20 m², fundou a primeira loja da Ricardo Eletro. O que veio depois foi um salto impressionante: em três décadas, transformou aquela pequena operação em uma das maiores redes de varejo do país, com mais de 1.100 lojas, presença nacional e 45 mil colaboradores.

À frente da empresa, não só liderou como também se tornou o rosto da marca — figurando em campanhas de TV e conquistando o público com autenticidade.


Em 2018, decidiu vender a companhia para um fundo de investimento, encerrando um ciclo e iniciando outro, agora com uma nova missão: compartilhar tudo o que sabe com quem também quer empreender e vencer no Brasil.

Experiência transformada em prática

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 48% das empresas brasileiras fecham as portas em menos de três anos. Entre os principais motivos, está a dificuldade de manter uma gestão estável e preparada para o enfrentamento de riscos — desafio que Nunes conhece bem.

“Falar é fácil; difícil é fazer”, diz ele. E é justamente essa vivência que ele compartilha com os mais de 300 empresários que participam mensalmente de sua imersão. Segundo o empresário, a ideia surgiu após observar o avanço de modelos digitais e o surgimento de “mentores de palco" sem vivência real em negócios.

Explosão de vendas

A imersão do Grupo R1 leva três dias e é voltada a empresários que faturam acima de R$ 1 milhão ao ano ou que possuem mais de dez funcionários. O curso se baseia no método RGV – sigla para Resultado = Gestão Pró-Vendas - e é pautado em três pilares:

  • Gestão de pessoas para construção de uma cultura forte
  • Marketing e comunicação com foco em resultados
  • Escala de vendas

Para garantir profundidade e responsabilidade, o Grupo R1 conta com um time de executivos que acompanharam Nunes por décadas na Ricardo Eletro, cada um especialista em áreas como RH, marketing, finanças e comercial.

Os resultados impressionam: segundo Nunes, empresários que aplicam o método chegam a triplicar o faturamento. Um exemplo é Cláudio Batista, fundador da Jurunense. Participante do RGV, ele aplicou a técnica exclusiva “explosão de vendas” e conseguiu faturar R$ 2,5 milhões em um único dia. “Nós entregamos a experiência, mas é ele quem aplica”, ressalta.

Liderança com valores e exemplo

Para Nunes, o sucesso de qualquer negócio está em três pilares: humildade, gratidão e respeito. Ele acredita que liderar é formar pessoas e que os empresários precisam parar de reclamar da nova geração e começar a ser os líderes que ela quer seguir.

“Você quer construir algo grande? Tem que amar pessoas. Não dá para ser empresário e não gostar de gente. É como ser médico e não querer ver sangue”, compara. “Não é passar a mão na cabeça. É ensinar, dar exemplo e criar cultura.”

Acompanhe tudo sobre:branded-content

Mais de Negócios

Aos 85 anos, ela desafia o etarismo e segue no comando da empresa que fundou

Amgen celebra 15 anos no Brasil e aposta em inovação para transformar a saúde

De olho no futuro: Zoop reúne executivos para discutir tendências e inovações

A nova tecnologia da Serasa que pode destravar até R$ 21 bilhões em crédito