Negócios

VW avalia produção extra do Golf para compensar férias

Montadora está procurando voluntários no seu quadro de funcionários em Wolfsburg para a produção do modelo durante período de férias coletivas

Funcionários da Volkswagen trabalhando na linha de produção do Golf na sede da companhia em Wolfsburg, na Alemanha (Christian Charisius/Reuters)

Funcionários da Volkswagen trabalhando na linha de produção do Golf na sede da companhia em Wolfsburg, na Alemanha (Christian Charisius/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 24 de junho de 2013 às 12h00.

Frankfurt/Hamburgo - A Volkswagen está procurando voluntários no seu quadro de funcionários em Wolfsburg, na Alemanha, para a produção do modelo Golf durante período de três semanas de férias coletivas na fábrica, marcado para o próximo mês. A montadora tem como objetivo atender a pedidos de clientes.

Turnos adicionais podem apontar para uma gradual melhora de perspectiva para as montadoras de veículos na Europa. "Devido à alta demanda pelo Golf, a Volkswagen está examinando a possibilidade de continuar a produção em partes da fábrica de Wolfsburg durante as férias de verão", afirmou um porta-voz da maior montadora da Europa, nesta segunda-feira.

Mais cedo, o jornal alemão Braunschweiger Zeitung reportou que a VW busca montar um time de funcionários para formar um ou dois turnos diários, cada um com a capacidade de montar até 300 veículos.

Mas o jornal ressalvou que como a maior parte dos trabalhadores já tinha planejado tirar férias durante a pausa marcada entre 15 de julho e 2 de agosto, o interesse dos funcionários ainda não teria sido suficiente para fazer frente ao plano da companhia.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasIndústrias em geralCarrosAutoindústriaMontadorasVolkswagenEmpresas alemãsIndústriaVW Golf

Mais de Negócios

Venda da fatia da revista The Economist mobiliza ultrarricos

Como esta empresa de refeições corporativas dobrou receitas em 12 meses

Como uma marca de chocolate saiu do anonimato e passou a valer US$ 230 milhões

Começou sem capital e manteve a equipe intacta — hoje lidera uma gigante de US$ 17 bi