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Twitter suspende 636 mil contas para combater extremismo

Segundo a empresa, 74% das violações foram detectadas através de ferramentas internas que tentam evitar "spams" na rede

Twitter: no futuro, a empresa planeja compartilhar novidades sobre os esforços que têm promovido para combater o extremismo violento (foto/Reuters)

Twitter: no futuro, a empresa planeja compartilhar novidades sobre os esforços que têm promovido para combater o extremismo violento (foto/Reuters)

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EFE

Publicado em 21 de março de 2017 às 15h58.

Los Angeles - O Twitter anunciou nesta terça-feira que, desde 2015, suspendeu mais de 636 mil contas da rede social para combater o extremismo violento, 376,8 mil delas apenas nos últimos seis meses de 2016.

Os dados foram divulgados em um relatório de transparência do Twitter. As 376,8 mil contas que foram suspensas da rede tinham cometido "violações relacionadas com a promoção do terrorismo".

Segundo a empresa, 74% das violações foram detectadas através de ferramentas internas que tentam evitar "spams" na rede. E menos de 2% das suspensões ocorreram em resposta a pedidos de governos.

O Twitter lembrou, além disso, que desde 1º de agosto de 2015 até 31 de dezembro de 2016, suspendeu 636.248 mil contas. No futuro, a empresa planeja compartilhar novidades sobre os esforços que têm promovido para combater o extremismo violento.

A empresa informou que recebeu no período 88 pedidos judiciais para retirar conteúdos divulgados por jornalistas com contas verificadas e por veículos de imprensa.

No entanto, o Twitter informou que não foram tomadas medidas a respeito na maioria dos casos.

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